quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Premiações
A Escola Municipal Nilda Margon Vaz tem um histórico de compromisso com a qualidade da educação. É uma instituição que trabalha projetos pedagógicos e incentiva os professores a desenvolverem aulas criativas e mais interessantes, motivando os alunos a aprender mais. Assim, o trabalho com projetos levou a escola a receber muitas premiações e a ser reconhecida e valorizada nacionalmente.
Concurso de paródias "Olho vivo no dinheiro público".
Em 2009, a escola conseguiu o primeiro lugar no Concurso de Paródias "Olho vivo no dinheiro público" da CGU. Os alunos do 8º, orientados pela professora de Língua Portuguesa, Vânia Rodrigues Ribeiro, elaboraram a paródia musical "Dinheiro dos impostos é gasto com o quê?" Confira o vídeo:
Concurso de paródias "Olho vivo no dinheiro público".
Em 2009, a escola conseguiu o primeiro lugar no Concurso de Paródias "Olho vivo no dinheiro público" da CGU. Os alunos do 8º, orientados pela professora de Língua Portuguesa, Vânia Rodrigues Ribeiro, elaboraram a paródia musical "Dinheiro dos impostos é gasto com o quê?" Confira o vídeo:
Concurso de redação "Cadê o cerrado que estava aqui?"
Em novembro de 2010, a aluna Amanda Alves da Silva, do 8º ano A, ficou em 5º lugar (entre mais de doze mil textos de todo o Estado de Goiás) no concurso de redação "Cadê o cerrado que estava aqui?" promovido pelo Ministério Público de Goiás.
Aluna Amanda Alves e professora Vânia R. Ribeiro recebendo a premiação
Olimpíada de Língua Portuguesa
Em novembro de 2010, a aluna Kellen Cristina Felipe do Nascimento, orientada pela professora Vânia R. Ribeiro, ficou em segundo lugar na Olimpíada de Língua Portuguesa: Escrevendo o Futuro na categoria Memórias Literárias com o texto Uma história de saudades no qual conta as memórias de sua avó Claudemira Nascimento, sua infância sofrida e toda a beleza da fazenda Córrego Fundo. Confira o texto:
Uma história de saudades
Córrego
Fundo: esse era o nome da fazenda onde nasci. Lá também vivi muitas
experiências marcantes da minha vida. Às vezes, fecho os olhos e tudo vem a
minha mente, como se fosse coisa acontecida há pouco. Tenho poucas lembranças
de minha mãe: uma voz carinhosa, cabelo comprido, uma sensação de colo. Eu
tinha cinco anos quando ela faleceu. Não sei se, nessa época, já entendia o que
a morte significava. Foi um aperto no peito e uma sensação de falta agravados
ainda mais pela morte do meu pai dois anos depois.
Ficamos
sozinhos, eu e meus dois irmãos. O mais velho nos criou, tornou-se o nosso pai.
Foi uma fase muito difícil, tínhamos de trabalhar bastante. Às vezes, em troca de
um prato de comida, eu agüentava humilhações e desaforos de pessoas que eram
verdadeiros estranhos para mim.
Mas
a fazenda Córrego Fundo também me traz outras recordações. Antigamente não
havia festas como hoje, eram apenas umas pequenas comemorações geralmente nas
igrejas aos domingos. Nessas ocasiões, era costume usar a melhor roupa, que era
muito tampada, discreta, o bom senso pedia o uso de anáguas. Havia uma certa
necessidade de mostrar a posição através da aparência, tanto no ouro dos
colares e brincos quanto no ouro dos sorrisos. Eu não tinha roupas de festas,
só um vestido de segunda mão que ganhara de uma tia. No mais, eu usava sempre o
mesmo tipo de roupa, de algodão, feita lá na roça mesmo, tingida de urucum ou
outras tinturas e, como eu trabalhava muito, as roupas ficavam muito
desgastadas e manchadas de sujeiras. Mesmo esfregando-as com sabugo lá no rego
d’água, ficavam sempre com aspectos de sujas.
A
infância quase não teve espaço na minha vida: era só trabalho. Em alguns
momentos, às vezes fugindo do serviço, brincava de chutar lobeira com os meus
irmãos. Era o nosso futebol. Eu parecia um moleque no meio dos meninos,
correndo e pulando no meio dos pastos, dividindo com o gado o espaço do
campinho improvisado. Boneca eu só via na época da colheita do milho, um sonho
realizado em forma de roupinha verde e cabelo de vários tons: amarelo, rosa,
vermelho. Entrava no milharal e escolhia a espiga com o maior cabelo e aquela
seria a minha filhinha até o tempo em que secava e ficava feia.
Havia
apenas uma escolinha perto de casa, era só uma sala, uma professora e os
alunos, de todas as idades, estudavam juntos. As condições de estudo eram
mínimas e eu não soube aproveitá-las direito. Eu ia a pé para a escola,
carregando na capanga mais sonhos que materiais escolares. A paisagem da fazenda
Córrego Fundo me chamava, me convidava a ficar por ali. Então eu subia nas
laranjeiras, pegava as laranjas, descascava e deixava as cascas nos galhos, em
formas de cachos. Ainda havia os pés de mangaba, de manga, de pequi, de
mexerica. Nesses últimos, eu me deliciava com os gomos doces. Os menores, eu
guardava na “gibeira” e falava que “era para o Santo”.
Foi
mais ou menos nessa época que o interesse por brincadeiras foi diminuindo e
outras sensações foram se aflorando. Eu estava deixando de ser menina. Conheci
um rapaz e foi amor a primeira vista. Um dia ele me beijou. Foi um beijo
rápido, tímido, escondido, mas o medo e a preocupação a respeito do falatório
das pessoas fizeram com que resolvêssemos nos casar. Eu, ainda muito criança,
pelejando com muitas responsabilidades e serviços. Com o casamento, vieram os
filhos: doze no total, mas as dificuldades fizeram com que eu perdesse dois
deles.
Com
o passar dos anos, meu marido faleceu e eu continuei com meus filhos na roça
por um tempo. Mas a vida estava ficando muito difícil e resolvemos nos mudar
para a cidade. Hoje, meus filhos estão crescidos, deram-me muitas alegrias e
muitos netos. Mas, emoção maior eu sinto, quando fecho os olhos, marejados de
lágrimas, e me lembro da fazenda Córrego Fundo. Ali, em meio as suas paisagens,
casebres, taperas e pessoas é que fiz minha vida e minha história. Uma história
cheia de saudades.
Aluna Kellen Cristina e professora Vânia na semifinal da Olimpíada em Belo Horizonte
Silza, Kellen, Liliane e Vânia na final da Olimpíada em Brasília
I Concurso de Desenho do Programa Municipal de Controle do Tabagismo
Em agosto de 2011, a aluna Thaynara Cristina de Oliveira ganhou o segundo lugar no Concurso Meio Ambiente Livre do Tabaco na categoria 6º ao 9º ano.
Aluna Thaynara Cristina
Concurso da Secretaria Municipal de Meio Ambiente
A aluna Eduarda Luiza ficou em terceiro lugar no concurso de redação sobre a água da Secretaria Municipal de Meio ambiente.
Aluna Eduarda Luiza, professora Vânia e prefeito Velomar na premiação
Concurso Agrinho
Durante o ano de 2011, a Escola Municipal Margon Vaz desenvolveu projetos de meio ambiente e alimentação saudável seguindo as orientações do Programa Agrinho. Em dezembro, houve a premiação dos concursos de desenho e redação, em Goiânia, e a aluna Eduarda Luiza Vaz Borges conquistou o terceiro lugar na categoria 7º ano.
Aluna Eduarda Luiza, sua mãe e a professora Vânia na premiação do Agrinho
Prêmio Professores do Brasil-2011
O projeto Coletar e reciclar... é só começar foi desenvolvido na Escola Municipal Nilda Margon Vaz com as turmas de 6º ao 8º ano pela professora Vânia Rodrigues Ribeiro para incentivar a coleta seletiva do lixo, bem como a reciclagem. De 1616 trabalhos enviados ao MEC, projeto foi um dos 39 vencedores do Prêmio Professores do Brasil, edição 2011, e foi apresentado no seminário do evento em Brasília pela professora. Como incentivo a professora Vânia ganhou um prêmio de R$5.000,00 e a escola ganhou uma filmadora. Veja as fotos do evento:
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