terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Premiações

A Escola Municipal Nilda Margon Vaz tem um histórico de compromisso com a qualidade da educação. É uma instituição que trabalha projetos pedagógicos e incentiva os professores a desenvolverem aulas criativas e mais interessantes, motivando os alunos a aprender mais. Assim, o trabalho com projetos levou a escola a receber muitas premiações e a ser reconhecida e valorizada nacionalmente.

Concurso de paródias "Olho vivo no dinheiro público".

Em 2009, a escola conseguiu o primeiro lugar no Concurso de Paródias "Olho vivo no dinheiro público" da CGU. Os alunos do 8º, orientados pela professora de Língua Portuguesa, Vânia Rodrigues Ribeiro, elaboraram a paródia musical "Dinheiro dos impostos é gasto com o quê?" Confira o vídeo:





Concurso de redação "Cadê o cerrado que estava aqui?"

Em novembro de 2010, a aluna Amanda Alves da Silva, do 8º ano A, ficou em 5º lugar (entre mais de doze mil textos de todo o Estado de Goiás) no concurso de redação "Cadê o cerrado que estava aqui?" promovido pelo Ministério Público de Goiás.
                                                                                                                                

Aluna Amanda Alves e professora Vânia R. Ribeiro recebendo a premiação



Olimpíada de Língua Portuguesa

Em novembro de 2010, a aluna Kellen Cristina Felipe do Nascimento, orientada pela professora Vânia R. Ribeiro, ficou em segundo lugar na Olimpíada de Língua Portuguesa: Escrevendo o Futuro na categoria Memórias Literárias com o texto Uma história de saudades no qual conta as memórias de sua avó Claudemira Nascimento, sua infância sofrida e toda a beleza da fazenda Córrego Fundo. Confira o texto:

Uma história de saudades
                Córrego Fundo: esse era o nome da fazenda onde nasci. Lá também vivi muitas experiências marcantes da minha vida. Às vezes, fecho os olhos e tudo vem a minha mente, como se fosse coisa acontecida há pouco. Tenho poucas lembranças de minha mãe: uma voz carinhosa, cabelo comprido, uma sensação de colo. Eu tinha cinco anos quando ela faleceu. Não sei se, nessa época, já entendia o que a morte significava. Foi um aperto no peito e uma sensação de falta agravados ainda mais pela morte do meu pai dois anos depois.
                Ficamos sozinhos, eu e meus dois irmãos. O mais velho nos criou, tornou-se o nosso pai. Foi uma fase muito difícil, tínhamos de trabalhar bastante. Às vezes, em troca de um prato de comida, eu agüentava humilhações e desaforos de pessoas que eram verdadeiros estranhos para mim.
                Mas a fazenda Córrego Fundo também me traz outras recordações. Antigamente não havia festas como hoje, eram apenas umas pequenas comemorações geralmente nas igrejas aos domingos. Nessas ocasiões, era costume usar a melhor roupa, que era muito tampada, discreta, o bom senso pedia o uso de anáguas. Havia uma certa necessidade de mostrar a posição através da aparência, tanto no ouro dos colares e brincos quanto no ouro dos sorrisos. Eu não tinha roupas de festas, só um vestido de segunda mão que ganhara de uma tia. No mais, eu usava sempre o mesmo tipo de roupa, de algodão, feita lá na roça mesmo, tingida de urucum ou outras tinturas e, como eu trabalhava muito, as roupas ficavam muito desgastadas e manchadas de sujeiras. Mesmo esfregando-as com sabugo lá no rego d’água, ficavam sempre com aspectos de sujas.
                A infância quase não teve espaço na minha vida: era só trabalho. Em alguns momentos, às vezes fugindo do serviço, brincava de chutar lobeira com os meus irmãos. Era o nosso futebol. Eu parecia um moleque no meio dos meninos, correndo e pulando no meio dos pastos, dividindo com o gado o espaço do campinho improvisado. Boneca eu só via na época da colheita do milho, um sonho realizado em forma de roupinha verde e cabelo de vários tons: amarelo, rosa, vermelho. Entrava no milharal e escolhia a espiga com o maior cabelo e aquela seria a minha filhinha até o tempo em que secava e ficava feia.
                Havia apenas uma escolinha perto de casa, era só uma sala, uma professora e os alunos, de todas as idades, estudavam juntos. As condições de estudo eram mínimas e eu não soube aproveitá-las direito. Eu ia a pé para a escola, carregando na capanga mais sonhos que materiais escolares. A paisagem da fazenda Córrego Fundo me chamava, me convidava a ficar por ali. Então eu subia nas laranjeiras, pegava as laranjas, descascava e deixava as cascas nos galhos, em formas de cachos. Ainda havia os pés de mangaba, de manga, de pequi, de mexerica. Nesses últimos, eu me deliciava com os gomos doces. Os menores, eu guardava na “gibeira” e falava que “era para o Santo”.
                Foi mais ou menos nessa época que o interesse por brincadeiras foi diminuindo e outras sensações foram se aflorando. Eu estava deixando de ser menina. Conheci um rapaz e foi amor a primeira vista. Um dia ele me beijou. Foi um beijo rápido, tímido, escondido, mas o medo e a preocupação a respeito do falatório das pessoas fizeram com que resolvêssemos nos casar. Eu, ainda muito criança, pelejando com muitas responsabilidades e serviços. Com o casamento, vieram os filhos: doze no total, mas as dificuldades fizeram com que eu perdesse dois deles.
                Com o passar dos anos, meu marido faleceu e eu continuei com meus filhos na roça por um tempo. Mas a vida estava ficando muito difícil e resolvemos nos mudar para a cidade. Hoje, meus filhos estão crescidos, deram-me muitas alegrias e muitos netos. Mas, emoção maior eu sinto, quando fecho os olhos, marejados de lágrimas, e me lembro da fazenda Córrego Fundo. Ali, em meio as suas paisagens, casebres, taperas e pessoas é que fiz minha vida e minha história. Uma história cheia de saudades.

Aluna Kellen Cristina e professora Vânia na semifinal da Olimpíada em Belo Horizonte

Silza, Kellen, Liliane e Vânia na final da Olimpíada em Brasília


I Concurso de Desenho do Programa Municipal de Controle do Tabagismo

Em agosto de 2011, a aluna Thaynara Cristina de Oliveira ganhou o segundo lugar no Concurso Meio Ambiente Livre do Tabaco na categoria 6º ao 9º ano.
Aluna Thaynara Cristina



Concurso da Secretaria Municipal de Meio Ambiente

A aluna Eduarda Luiza ficou em terceiro lugar no concurso de redação sobre a água da Secretaria Municipal de Meio ambiente.

Aluna Eduarda Luiza, professora Vânia e prefeito Velomar na premiação


Concurso  Agrinho

Durante o ano de 2011, a Escola Municipal Margon Vaz desenvolveu projetos de meio ambiente e alimentação saudável seguindo as orientações do Programa Agrinho. Em dezembro, houve a premiação dos concursos de desenho e redação, em Goiânia, e a aluna Eduarda Luiza Vaz Borges conquistou o terceiro lugar na categoria 7º ano.

Aluna Eduarda Luiza, sua mãe e a professora Vânia na premiação do Agrinho



Prêmio Professores do Brasil-2011

O projeto Coletar e reciclar... é só começar foi desenvolvido na Escola Municipal Nilda Margon Vaz com as turmas de 6º ao 8º ano pela professora Vânia Rodrigues Ribeiro para  incentivar a coleta seletiva do lixo, bem como a reciclagem. De 1616 trabalhos enviados ao MEC, projeto foi um dos 39 vencedores  do Prêmio Professores do Brasil, edição 2011, e foi apresentado no seminário do evento em Brasília pela professora. Como incentivo a professora Vânia ganhou um prêmio de R$5.000,00 e a escola ganhou uma filmadora. Veja as fotos do evento:

































               

Um comentário:

  1. adorei essas fotos alem de ser aluna do 5 ano c da na thereza eu adoro essa escola i love nilda margon thau ate na aula

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